Bioimpedância ou DEXA?
A DEXA mede densidade e composição por raio-X de dupla energia em um exame pontual; a bioimpedância multifrequencial segmentar de grau médico estima os mesmos compartimentos por condução elétrica em menos de 60 segundos, sem radiação, e foi validada contra a DEXA (ICC 0,99). A DEXA é a fotografia de referência; a bioimpedância é o filme longitudinal do tratamento.
O que cada exame mede?
A DEXA mede densidade mineral óssea e composição por região com raio-X de baixa dose, em um exame agendado. A bioimpedância multifrequencial segmentar estima água intra e extracelular, massa celular corporal, gordura visceral em kg e cm² e composição em cinco regiões, em menos de 60 segundos e sem radiação.
Os métodos não precisam disputar o mesmo lugar. A DEXA estabelece uma fotografia de referência. A bioimpedância permite repetir a leitura em cada retorno e observar a direção da mudança.
Quando usar cada um?
A DEXA é indicada quando a pergunta central envolve densidade mineral óssea, osteoporose ou uma referência pontual de composição. A bioimpedância é adequada quando a pergunta exige série: acompanhar perda de gordura, preservação muscular, hidratação e resposta entre consultas.
O valor clínico da bioimpedância está na série padronizada. O mesmo protocolo, repetido ao longo do tratamento, separa mudança real de uma oscilação isolada.
A bioimpedância é confiável?
O Evolt 360 apresenta ICC 0,99, CV < 1,5% e correlação superior a 0,9 com DEXA para massa livre de gordura. Possui certificações FDA 510(k), CE e TGA/ARTG.
Estimativas por bioimpedância são calibradas contra métodos de imagem. A interpretação deve considerar o protocolo e a evolução longitudinal, sem tratar uma medida isolada como diagnóstico.
O que só a bioimpedância multifrequencial mostra?
ECW/ACT, água intracelular e massa celular corporal revelam hidratação, distribuição de água e reserva metabólica. São métricas que a DEXA não mostra e que mudam a leitura de um emagrecimento, de uma recuperação ou de um protocolo anabólico.
O que precisa estar claro.
Bioimpedância substitui a DEXA?
Não. A DEXA é referência pontual para densidade mineral óssea e composição; a bioimpedância é adequada ao acompanhamento longitudinal frequente e acrescenta hidratação e camada celular. Os métodos não precisam disputar o mesmo lugar: a DEXA estabelece uma fotografia de referência e a bioimpedância permite repetir a leitura em cada retorno.
A bioimpedância é confiável?
O Evolt 360 apresenta ICC 0,99, CV < 1,5%, correlação superior a 0,9 com DEXA para massa livre de gordura e certificações FDA, CE e TGA/ARTG. A interpretação deve considerar protocolo e evolução longitudinal, sem tratar uma medida isolada como diagnóstico ou substituir a decisão do profissional.
Quanto tempo leva a avaliação?
Menos de 60 segundos, sem radiação, sem tirar a roupa e com leitura segmentar. O resultado inclui água intra e extracelular, massa celular corporal, gordura visceral em kg e cm² e composição em cinco regiões, permitindo repetir a leitura no mesmo protocolo durante o acompanhamento.
Quando usar cada método?
DEXA para osteoporose e referência pontual; bioimpedância multifrequencial segmentar para acompanhar o tratamento a cada retorno. A DEXA responde quando a pergunta envolve densidade mineral óssea. A bioimpedância responde quando a pergunta exige série, hidratação, camada celular, preservação muscular e direção da mudança entre consultas.
Conteúdo de caráter técnico-educativo, não substitui avaliação médica individual.