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MÉDICO · ESPECIALIDADES

A mesma folha.
Seis leituras que mudam a conduta.

Cada marcador mapeia um risco clínico e uma decisão — em qualquer especialidade que acompanhe resultado.

A folha de resultados é a mesma; a pergunta que cada especialidade faz a ela é diferente.

02NUTROLOGIA E NUTRIÇÃO CLÍNICA

O paciente está retendo o que ingere?

01

Os marcadores

BCM, ECW/TBW, proteína corporal (retenção nitrogenada), necessidade calórica e distribuição de macronutrientes.

02

O protocolo

Estado nutricional: BCM, ECW/TBW e necessidade calórica para ajuste de plano e prova de retenção nitrogenada. Ingerida diferente de retida é resistência anabólica.

03

O que muda no negócio

O plano alimentar passa a ter prova a cada retorno. O protocolo que prescreve — suplementação e nutrição reabastecidas pelo scan — vira recorrência com evidência.

04

Aprofundar

Proteína corporal, BCM e o índice de inflamação, em profundidade.

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03ENDOCRINOLOGIA

Qual é o risco metabólico real, além do peso?

01

Os marcadores

Gordura visceral em massa e área, RCQ, razão BCM/ECM, idade biológica, ECW/TBW.

02

O protocolo

Risco metabólico: gordura visceral, razão BCM/ECM e idade biológica em acompanhamento trimestral. Estratégia de redução visceral e rastreio de síndrome metabólica, DM2 e DHGNA.

03

O que muda no negócio

Grupos de risco identificados na base viram programas dirigidos e preventivos. A clínica deixa de vender consulta e passa a operar programa.

04

Aprofundar

Gordura visceral em área e em massa, a razão cintura-quadril e a idade biológica.

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04MEDICINA ESPORTIVA

Onde está a assimetria — e quando o atleta pode voltar?

01

Os marcadores

Massa magra e gordura segmentar (cinco compartimentos), equilíbrio vertical e horizontal, ICW, BCM.

02

O protocolo

Reabilitação dirigida por membro; return-to-play objetivo, com comparação entre avaliações sucessivas.

03

O que muda no negócio

Antes e depois fisiológico por segmento justifica o programa de performance e o acompanhamento contínuo.

04

Aprofundar

A análise segmentada e a massa muscular esquelética.

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05REUMATOLOGIA

Há inflamação sistêmica de baixo grau — e ela está revertendo?

01

Os marcadores

ECW/TBW (0,400 ou mais, elevado), índice de edema, BCM, massa muscular esquelética.

02

O protocolo

Intervenção anti-inflamatória com monitoramento da reversão entre avaliações; vigilância de perda de massa magra associada ao quadro e ao tratamento.

03

O que muda no negócio

O marcador que prevê desfecho vira o motivo do retorno — a reavaliação deixa de ser opcional.

04

Aprofundar

O índice de inflamação ECW/ACT e a água extracelular.

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06LONGEVIDADE E GERIATRIA

O paciente está envelhecendo por dentro mais rápido do que o calendário?

01

Os marcadores

Massa muscular esquelética, BCM, ICW, idade biológica, BWI.

02

O protocolo

Sarcopenia: massa muscular e reserva celular (BCM) para vigilância de declínio funcional; programa de longevidade com meta mensurável de evolução.

03

O que muda no negócio

Idade biológica versus cronológica é o número que o paciente entende e compartilha — e o que sustenta um programa de longevidade com renovação por protocolo, não por preço.

04

Aprofundar

A idade biológica, a massa muscular esquelética e o mineral ósseo.

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07GLP-1 E EMAGRECIMENTO

Quanto da perda foi músculo?

01

Os marcadores

Massa magra versus massa gorda ao longo da terapia, proteína corporal, BCM.

02

O protocolo

Qualidade da perda: massa magra versus massa gorda a cada retorno; ajuste de proteína e treino.

03

O que muda no negócio

Na terapia com GLP-1, perder peso sem monitorar a massa magra é risco clínico documentado. O médico que monitora vira o médico que o paciente não troca.

04

Aprofundar

GLP-1 e perda de massa magra: como preservar músculo.

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Na era em que qualquer caneta emagrece, o diferencial do médico é provar, scan a scan, que o que saiu foi gordura e o músculo ficou.

08O PRÓXIMO PASSO

Qual pergunta a sua especialidade precisa responder a cada retorno?