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Bioimpedância Multifrequencial: A Ciência Por Trás da Tecnologia Evolt

Equipe Evolt Brasil6 de janeiro de 20266 min de leitura

A análise de composição corporal evoluiu significativamente nas últimas décadas. Entre as tecnologias disponíveis, a bioimpedância multifrequencial (MF-BIA) se destaca por combinar precisão, praticidade e segurança. Este artigo explora a ciência por trás dessa tecnologia e por que ela representa o estado da arte em avaliação corporal.

Princípios Básicos da Bioimpedância

A bioimpedância elétrica baseia-se em um princípio simples: diferentes tecidos do corpo conduzem eletricidade de formas distintas. A água é um excelente condutor, enquanto a gordura oferece alta resistência. Ao enviar uma corrente elétrica de baixa intensidade através do corpo e medir a resistência (impedância), é possível estimar a composição dos tecidos.

Por Que Multifrequencial?

Sistemas tradicionais de bioimpedância usam uma única frequência, geralmente 50 kHz. Isso limita a precisão porque diferentes frequências penetram os tecidos de formas distintas. Baixas frequências (1-5 kHz) circulam principalmente pelo fluido extracelular, enquanto altas frequências (200-500 kHz) penetram as células.

A tecnologia multifrequencial utiliza múltiplas frequências simultaneamente, permitindo distinguir entre água intracelular e extracelular. Essa distinção é crucial para avaliar hidratação celular, um indicador importante de saúde metabólica e performance.

O Diferencial Evolt 360

O scanner Evolt 360 utiliza tecnologia BIA multifrequencial avançada com algoritmos proprietários validados cientificamente. Em apenas 60 segundos, ele captura mais de 40 métricas de composição corporal com precisão de grau médico.

A análise segmentar permite avaliar cada região do corpo separadamente — braços, pernas e tronco — identificando assimetrias e áreas que precisam de atenção. Isso é particularmente útil para atletas, reabilitação e programas de condicionamento físico.

Validação Científica

A tecnologia Evolt foi validada contra métodos de referência como DEXA (absorciometria de raios-X de dupla energia) e pesagem hidrostática. Os estudos demonstram alta correlação e reprodutibilidade, tornando-a adequada para uso clínico e de pesquisa.

Conclusão

A bioimpedância multifrequencial representa um avanço significativo na avaliação de composição corporal. Combinando ciência robusta com praticidade, ela democratiza o acesso a informações de saúde que antes estavam disponíveis apenas em laboratórios especializados.

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