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O ROI do Wellness Corporativo: Dados que Convencem o C-Level

Equipe Evolt Brasil7 de janeiro de 20267 min de leitura

Programas de wellness corporativo deixaram de ser um benefício opcional para se tornarem uma necessidade estratégica. No entanto, convencer a liderança executiva a investir nessas iniciativas requer dados concretos e um business case sólido. Este artigo explora como apresentar o ROI do wellness corporativo de forma que ressoe com o C-Level.

O Custo da Inação

Antes de falar sobre retorno, é essencial quantificar o custo de não investir em saúde corporativa. No Brasil, doenças crônicas resultam em 12 bilhões de dias de trabalho perdidos anualmente. Globalmente, problemas de saúde mental custam US$ 1 trilhão em produtividade perdida.

Esses números não são abstratos — eles se traduzem em absenteísmo, presenteísmo (estar presente mas não produtivo), turnover elevado e custos crescentes com planos de saúde. Uma empresa com 10.000 colaboradores pode estar perdendo milhões anualmente sem perceber.

Métricas que Importam para o C-Level

Executivos respondem a KPIs claros e mensuráveis. Os programas de wellness mais eficazes utilizam indicadores fisiológicos que se conectam diretamente a resultados de negócio. O Human Performance Index (HPI) consolida hidratação celular, massa magra funcional, gordura visceral e taxa metabólica em um único indicador de capacidade funcional.

O Fatigue Risk Score (FRS) prevê risco de erro humano e acidentes baseado em dados fisiológicos. O Biological Age Delta (ΔBioAge) mostra a diferença entre idade cronológica e biológica, servindo como KPI de longevidade organizacional.

Calculando o ROI

Estudos mostram que cada US$ 1 investido em programas de saúde corporativa retorna US$ 4,30 em média. Para uma empresa de 10.000 colaboradores, as economias potenciais incluem: R$ 8-12 milhões/ano em redução de sinistralidade, R$ 4-6 milhões/ano em redução de absenteísmo, R$ 2-4 milhões/ano em redução de retrabalho.

Implementação Baseada em Dados

O diferencial de programas modernos de wellness está na capacidade de medir e demonstrar resultados. Tecnologias como o Evolt 360 permitem estabelecer baselines precisos, acompanhar evolução individual e coletiva, identificar grupos de risco antes de problemas se manifestarem e gerar relatórios executivos com métricas relevantes.

Conclusão

O wellness corporativo evoluiu de uma iniciativa de RH para uma estratégia de negócio. Com as ferramentas certas para medir e comunicar resultados, é possível construir um business case irrefutável que alinha saúde dos colaboradores com objetivos organizacionais.

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